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Teto de rejeição de Lula veio para baixo com depoimento de Palocci, crê Ricardo Amorim

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Ricardo Amorim no Morning Show - 11/09/2017

Ricardo Amorim analisou os recentes acontecimentos políticos e o bom momento da economia brasileira no Morning Show

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Ricardo Amorim analisou os recentes acontecimentos políticos e o bom momento da economia brasileira no Morning Show

Ricardo Amorim no Morning Show

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Ricardo Amorim no Morning Show

Ricardo Amorim e Caio Blinder no Morning Show

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Ricardo Amorim e Caio Blinder no Morning Show

Ricardo Amorim e Caio Blinder no Morning Show

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Ricardo Amorim e Caio Blinder no Morning Show

Ricardo Amorim e Caio Blinder no Morning Show

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Ricardo Amorim e Caio Blinder no Morning Show

Ricardo Amorim e Caio Blinder no Morning Show

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Ricardo Amorim e Caio Blinder no Morning Show

Ricardo Amorim analisou os recentes acontecimentos políticos e o bom momento da economia brasileira no Morning Show
Ricardo Amorim no Morning Show
Ricardo Amorim e Caio Blinder no Morning Show
Ricardo Amorim e Caio Blinder no Morning Show
Ricardo Amorim e Caio Blinder no Morning Show
Ricardo Amorim e Caio Blinder no Morning Show

Integrante da bancada do Manhattan Connection, Ricardo Amorim esteve no Jovem Pan Morning Show desta segunda-feira (11) e analisou os principais acontecimentos da política brasileira nos últimos dias. Para o economista o depoimento de Palocci foi “simbólico” ao atacar o PT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Pela primeira vez alguém de dentro do PT falou de forma tão aberta em relação a Lula e isso não é só importante como simbólico. É a destruição de toda uma organização que começa a ruir a partir dessa peça”, avaliou Amorim.

Para o economista, as chances de Lula de se eleger caso saia candidato à presidência em 2018, diminuíram drasticamente com o depoimento de Palocci.

“[Lula] sabe virar o jogo nas palavras quando está sob ataque, mas agora, o que muda são as pessoas que viram que não dá mesmo para votar nele”, comentou.

“Nunca achei que ele fosse favorito, a chance dele [de ser eleito] já era baixa e com isso ficou menor”, falou. “O teto de rejeição dele veio mais para baixo”, declarou.

E apesar dos momentos políticos conturbados pelos quais o país está passando, Ricardo Amorim frisou os bons sinais que a economia brasileira tem dado desde o primeiro semestre.

“Os sinais são muitos e se avolumam. O crescimento do PIB de 1% parece pouco, mas não é. Os empregos continuaram a ser gerados. A taxa de juros vai continuar a despencar e o crédito vai aumentar e gerar mais consumo. O Brasil entrou no início de um círculo virtuoso que tende a se sustentar”, defendeu.


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